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Hortifruti & exportaçãoAgo 2026
A maçã brasileira cresceu 225% em volume de exportação no primeiro semestre e boa parte do varejo local nem percebeu.
O avanço das exportações brasileiras de maçã revela uma oportunidade que ainda passa despercebida por boa parte do varejo local — da origem ao posicionamento na gôndola.
Duas lojas da mesma rede, mesmo fornecedor, mesma semana. Uma jogou fora 9% da alface. A outra, quase tudo
Duas operações podem receber o mesmo produto e terminar a semana com resultados completamente diferentes. A gestão das perdas no hortifruti está nos detalhes da operação, do recebimento à exposição.
A rotatividade no hortifruti custa caro — e muitas vezes é invisível no fechamento do mês.
No varejo alimentar, quem cuida da fruta, do legume e da operação de perecíveis é também um dos elos mais difíceis de reter. A gestão de pessoas no setor exige métricas, escuta e estratégia tão afiadas quanto as de perdas e precificação.
Uma rede trocou a 6x1 pela 5x2 e a procura por vagas subiu 120%. Ótimo pro RH.
A mudança na escala de trabalho mostrou como qualidade de vida e retenção de talentos impactam diretamente a operação e os resultados no varejo alimentar.
O desperdício de alimentos vai custar US$ 540 bilhões ao varejo mundial em 2026. A sua fatia disso está no lixo dos fundos da loja.
O desperdício de alimentos já é um dos maiores indicadores de ineficiência no varejo. Quem não enxerga o que está sendo descartado nos fundos da loja está deixando dinheiro, margem e cliente escapar — literalmente pelo ralo.
Você controla a temperatura do FLV na gôndola. E a temperatura antes de chegar até você?
A cadeia de frio do hortifruti começa muito antes da gôndola. Quem só monitora a loja deixa escapar as perdas que acontecem no transporte, na descarga e no armazenamento — e paga a conta sem perceber.
No mesmo dia, na mesma cidade, a batata custou R$5,99 em um supermercado e R$14,99 em outro.
A diferença brutal de preço no hortifruti expõe a falta de método na precificação de perecíveis — e mostra como decisões sem dado transferem margem direto para o concorrente.
O instrumento de gestão mais popular no FLV brasileiro ainda é o caderninho.
Enquanto o varejo fala em IA e dados em tempo real, a maior parte das operações de hortifruti ainda controla perdas, pedidos e preços no papel — e é aí que o dinheiro escorre.
Seu concorrente está montando display de cerveja pra Copa. Você devia estar repondo a banca de hortifruti.
Enquanto todo mundo briga pelas categorias óbvias da Copa, o hortifruti continua sendo o maior gerador de tráfego e fidelidade do supermercado — e quem cuidar da banca sai na frente.
Sua empresa comprou IA. Não viu resultado. E ainda perde 1 a cada 3 funcionários por ano.
Por que investir em IA sem cuidar de pessoas e processos não gera resultado — e como a combinação entre tecnologia, cultura e retenção de talentos define quem realmente colhe ganhos no varejo.
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Sua empresa ainda paga pessoas para digitar informações que a IA já consegue ler sozinha?
Como a automação inteligente elimina tarefas manuais de digitacão e liberta equipes para atividades de maior valor — reduzindo custo e erro na operação.
O dinheiro do seu hortifruti está vazando por um ralo que você não consegue ver
Como as perdas invisíveis do hortifruti — desperdício, ruptura e ineficiência — drenam margem silenciosamente, e o que o varejo pode fazer para estancar esse sangramento.
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